Terra das Marias da Fonte ou fontanário - Quelhas

Nota introdutória

Nota introdutória

Nota introdutória:

Para mim escrever sobre a “Maria” da Fonte foi bastante complicado, sendo que é um artigo polémico e poderá não acentuar bem na ideia e pensamento de alguém, embora esteja a ser muito sincero quanto à questão em causa. Tendo pesquisado este assunto em diversos livros de autores locais e nacionais, e todos eles controversos, assim como a minha idealidade e pensamento. Bem não me interpretem mal! Pois estou a fazer o melhor que sei; pesquiso; leio; oiço; interrogo; exclamo; reticêncio; crítico; aplaudo; baseando-me em factos morais, escritos e históricos e no meu ponto de vista. Estou a ser o mais correcto possível comigo mesmo, espero que consigo também! Se tiver benefício de dúvida, procure ler todos os livros de autores, que estou a referir nas diferentes obras e ainda em outros tantos livros, e todas elas um pouco diferentes. O tal momento que se aumenta um palmo, um ponto, mas o que interessa é que todos eles falam da nossa “Maria” da Fonte, a nossa heroína, seja ela verídica ou um mito! Seja como for, eu não desvio as atenções e hei-de sempre lutar por esta causa; que eram várias mulheres heroínas e não uma só, eram todas elas, “Marias”!? E ninguém tira o benefício à Terra das “Marias” da Fonte. Alguns autores queixam-se de gentes da Póvoa de Lanhoso esconderem a verdadeira história, e mais, outros até mesmo determina-la como um mito. Alguns deles fizeram dela um conto romântico, e Theatro, e tantos outros fizeram dela manipulação. Pois quero aqui tentar dar a perceber aos leitores a confusão, que fizeram todos aqueles que escreveram sobre a nossa “Maria”. Uns relataram-na como mulher franzina, outros como mulher robusta. Dizem que ela é da freguesia de Fontarcada, outros de Oliveira, Galegos, Monsul  ou Verim. Também a contestaram noutras freguesias do concelho. Uns tantos outros dizem que quem deu o nome à revolução da “Maria” da Fonte, foi uma taberneira da vila da Póvoa de Lanhoso. Também a reclamaram; na capital em Lisboa e na cidade do Peso da Régua, e noutros pontos do país. Polémico! Por isso e outros mais, juntei o útil ao agradável, com a minha parte cómica. Humorista! E não tirando à Póvoa de Lanhoso por direito o que lhe pertence! As Heroínas da; Terra das (Marias) da Fonte ou fontanário; Às sete mulheres do Minho; ou às mulheres d´armas da Póvoa de Lanhoso?!…

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“Um dia quando morrer hei-de dar a vez a uma criança nascer…”

in, "Quelhas" João Carlos Veloso Gonçalves, Inspiração do Compositor, 2006, p. 01.

 

...Um dia irei fazer tudo para que se juntem todos os artistas povoenses, desde o pintor ao poeta e ao jornalista, e fazer uma associação para divulgar as nossas inspirações que estão de certo modo esquecidas no tempo...

in, "Quelhas" João Carlos Veloso Gonçalves, Inspiração do Compositor, 2006, p. 247.

 

Um livro é um reconhecimento que fica aquém,

E se revela no tempo que nunca chega,

Se torna famoso depois da nossa partida para o além…

in, "Quelhas" João Carlos VelosoGonçalves, O livro da criança, 2007, p. 10

 

As crianças são como os rebentos:

Nascem, crescem e permanecem.

Ficam lindos!

Envelhecem e morrem…

in, "Quelhas" João Carlos VelosoGonçalves, O livro da criança, 2007, p. 14

 

Um livro é uma liberdade de expressão, que nos dá direito de dizermos o que sentimos, para te dar testemunho da realidade da vida…

in, João carlos veloso Gonçalves, Terra das Marias da Fonte ou Fontanário, história com histórias..., p. 4

 

"Quelhas" poeta/crítico/escritor/jornalista/repórter, ou melhor, não é coisa nenhuma, é apenas autor dos seus próprios livros e teses em diversos jornais e comunicações sociais!

in, "Quelhas" João carlos veloso Gonçalves, Terra das Marias da Fonte ou Fontanário, história com histórias..., p. 14

 

Gosto de criticar e ser criticado, sendo a crítica construtiva igual à destrutiva, no que diz respeito, apenas, à promoção...

in, "Quelhas" João carlos veloso Gonçalves, Terra das Marias da Fonte ou Fontanário, história com histórias..., p. 18

 

Um livro é um momento, um estilo próprio de aperfeiçoamento de vida, de cultura e de sabedoria, sobretudo de aprendizagem.

in, "Quelhas" João carlos veloso Gonçalves, Terra das Marias da Fonte ou Fontanário, história com histórias..., p. 26

 

Mensagem: Um escritor por mais que medite, escreva e pense, nunca; Jamais se lhe esgotam as palavras. Não é por acaso que ele é um literato e um sábio. Pois enquanto houver letras, ele apenas brinca com elas e não as deixa acabar, simplesmente constrói mais palavras…

in, "Quelhas" João carlos veloso Gonçalves, Terra das Marias da Fonte ou Fontanário, história com histórias..., p. 28

METÁFORAS, A FORCA DA EXPRESSÃO, MENSAGENS